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Musculação em jejum intermitente

Hoje em dia estamos na era das terminologias, principalmente em se tratando de estética, e a musculação em jejum intermitente não poderia ficar fora do modismo das dietas que prometem ganho ou perdas e danos à saúde.

O jejum intermitente é uma nova “técnica” de dieta para emagrecimento divulgado em sites e revistas sobre beleza e saúde, que não é nada mais que comer quando tem fome, e extremamente o necessário.

Assim sendo, é necessário muito cuidado com o binômio jejum intermitente e hipertrofia. Pois existem pesquisas e estudos específicos sobre ser possível ou não o ganho de músculos durante os treinos em jejum.

Cuidados com a prática de musculação em jejum intermitente

Em estudo realizado, com um grupo de homens mostrou que: as pessoas não acostumadas a musculação regular que participaram de 8 semanas de treino com pesos, foram divididas em dois grupos.

Um dos grupos manteve uma dieta normal, o outro grupo acompanhou o um programa de dieta restrita a horário, que exigia que queimassem todas as calorias ingeridas no dia durante 4 horas em 4 dias da semana.

No final, o grupo que passou pela dieta com restrição de horário, continuava com a mesma massa magra e ganhou força. As pessoas que seguiram a dieta normal ganharam aproximadamente 2,3 kg de musculo e tiveram aumento de força.

Diante disso, pode-se observar que a musculação em jejum intermitente pode comprometer o ganho de massa em treino de hipertrofia. Cabe observar, que o grupo em jejum consumiu poucas proteínas em relação ao outro grupo.

Diante do modismo de jejum intermitente, a musculação se tornou alvo desse método. Fica a pergunta: vale a pena praticar musculação em jejum?

Até algum tempo, o jejum que era evitado, criticado e até mesmo temido, de repente virou estrela e se tornou “bom”. Isso é resultado da ausência de estudo de pessoas que buscam fórmulas prontas para emagrecimento.

Com base em alguns estudos, o jejum intermitente passou a ser moda. Mas até onde o jejum tem efeitos positivos para os treinos de musculação, ainda não se tem um estudo aprofundado a respeito.

Segundo especialistas, é relativo. Pois, se no caso do jejum intermitente há pesquisas favoráveis, porém ainda aguardando um maior aprofundamento, com a musculação em jejum intermitente acontece a mesma coisa.

Questões fisiológicas sobre a musculação em jejum

Existe apenas um motivo para fazer jejum e treinar musculação: acelerar a queima de gordura. Assim sendo, para quem está em busca de desenvolvimento de músculo, não justifica treinar nessas condições.

Geralmente, o jejum, ou o treino em jejum, é utilizado para algum estímulo específico. Exercícios aeróbico em jejum são utilizados para proporcionar um estímulo a mais na queima de gorduras.

Em se tratando da musculação, destacamos alguns aspectos importantes. Diferentemente do que ocorre em exercícios aeróbicos, a musculação utiliza como fonte principal de energia o glicogênio muscular.

Acontece que quando se está em jejum, os níveis de glicogênio muscular está abaixo do dos tradicionais. Assim, a musculação atua de maneira diferente dos exercícios aeróbicos praticados em jejum.

O jejum intermitente não é indicado para ganho de massa muscular

O corpo necessita de mais calorias do que são realmente gastas, além das fontes de proteínas para se construir novos tecidos da musculatura e também um estímulo para o desenvolvimento das fibras musculares.

Em jejum intermitente existe certa dificuldade para obtenção de calorias suficientes para a conclusão das tarefas. E depende muito dos macros nutrientes ingeridos durante a dieta.

Por isso, é mais difícil atingir a meta diária de proteínas em uma dieta de jejum 4/20, e ganhar massa em treino de musculação em jejum intermitente.

 

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